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A Universidade Católica de Petrópolis (UCP) realizou nesta quarta-feira (08.11), no Salão Nobre do campus BC, a XIX Jornada de Iniciação Científica. Realizado anualmente, o encontro tem como objetivo, além de reunir pesquisadores da Universidade e docentes, avaliar projetos em desenvolvimento de 65 grupos de pesquisa cadastrados e apresentar os 33 projetos de pesquisa já concluídos.    

UCP realiza XIX Jornada de Iniciação Científica
 
“Estamos aqui reunidos em prol da pesquisa. Nossa diretoria que compõe a mesa dá o testemunho da importância da indissociabilidade entre o ensino e a pesquisa através da presença de todos aqui. Este é um momento de congratulação, de reconhecimento mútuo, de ouvir os nossos avaliadores e professores presentes que com certeza poderão contribuir muito com sugestões e aprimoramento à pesquisa já desenvolvida”, observou o Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Sérgio Salles, destacando sobre a ênfase dada pela instituição ao campo da pesquisa.
 
“A nossa Universidade cada vez mais enfrenta o desafio, como outras universidades, no que diz respeito à redução das bolsas de Iniciação Científica. Mas neste ano a UCP, em análise com toda a Reitoria e em comunhão com a missão da Universidade, e aprovação do nosso Reitor concedeu mais 10 bolsas de iniciação científica, além das já concedidas pelo Fundo Celso da Rocha Miranda e CNPq, compensando as perdas e entendendo a importância da pesquisa ser mantida”, frisou o Pró-Reitor abrindo os trabalhos na manhã desta quarta.
 
Além do professor Sérgio Salles, a mesa foi composta pela Pró-Reitora de Graduação, Regina Maximo; pelos diretores do Centro de Teologia e Humanidades (CTH), professor Carlos Frederico Gurgel Calvet da Silveira; do Centro de Engenharia e Computação (CEC), professor Fabio Lopes Licht; do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), professora Vanessa Cristina dos Santos; e do Centro de Ciências da Saúde (CCS), professora Adriana de Oliveira Afonso.
 
A solenidade de abertura contou com a apresentação musical dos professores da Escola de Música da UCP, Rebeca Kappaun (voz) e Julien Bacelar (violão). Depois da abertura, os alunos bolsistas iniciaram a apresentação dos pôsteres dos projetos em andamento, com a perspectiva do que será desenvolvido até o próximo ano. Em seguida os trabalhos seguiram em sala de aula com apresentação dos projetos que já foram desenvolvidos e que serão avaliados pelos seus resultados. As avaliações são feitas pelo Comitê Avaliador externo, composto por oito docentes das principais universidades e instituições de ensino, e também pelo Comitê Avaliador Interno com cinco docentes da UCP.
 
Os bolsistas destacam a relevância da pesquisa dentro da formação acadêmica e profissional dos pesquisadores.
 
“Hoje vejo os resultados concretos da pesquisa como algo muito positivo, que traz um enfoque e diferencial na graduação. Fora que a pesquisa dá uma perspectiva para o profissional em relação a uma pós e a um mestrado. É algo muito bacana e proveitoso também a questão dos grupos de pesquisa, principalmente para quem ainda está no início da faculdade e quer se dedicar a pesquisa e quer usar como tema de monografia. Vejo resultados muito bons na vivência com os meus colegas, como acrescenta. A pesquisa me traz contatos e esse olhar para a realidade é o que muda e faz o diferencial. Eu me apaixonei por esse universo e vejo como essencial”, defende a aluna Beatriz Magrani, que cursa o 4º período do curso de Direito.
 
Iniciada na pesquisa em 2011, a aluna do 9º período de Psicologia, Francyne Andrade, também enfatiza o diferencial do trabalho em sua trajetória acadêmica.
 
“Foram grupos diferentes, com focos distintos, mas que me possibilitaram trocas de conhecimento e experiências fundamentais para a minha formação profissional e também pessoal. Acredito muito que todas essas experiências, por mais diversas, tem sido aproveitadas da melhor maneira por mim, que ainda estou em formação. Agora é hora de arriscar e me descobrir. Enquanto profissional, enquanto pesquisadora e enquanto pessoa”, afirma a estudante que já participou de diversas pesquisas de temas variados.
 
“Sou muito grata por tudo isso! Se não fosse a pesquisa, talvez a própria vida universitária não faria tanto sentido para mim. É onde me sinto motivada, desafiada e realizada, simultaneamente. Sei que não é fácil e é um caminho de extrema dedicação. Mas também é o caminho onde vejo que posso ser agente de transformação social e, por essa razão, à pesquisa eu só tenho a agradecer”, disse.

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