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O professor da UCP, Rodrigo Grazinoli Garrido, levou sua expertise em Polícia Técnica para a Espanha, onde ministrará na segunda-feira (12.02) a palestra CSI a la brasileña: los profesionales y la actuación de la Policía Técnica en Brasil. O tema, que é sua área de atuação e pesquisa, na qual orienta alunos no Mestrado em Direito da UCP, já resultou em mais de cem apresentações de trabalhos e cursos ministrados por Garrido ao redor do Brasil e no exterior. O evento acontece no Centro de Estudios Brasileños, em Salamanca, onde o professor também participou nesta sexta-feira (09.02) do III Congreso de Derecho Ambiental Contemporáneo España/Brasil.


Professor Rodrigo Grazinoli Garrido participa de dois eventos em Salamanca, na Espanha
Na Universidade Católica de Petrópolis e também na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo ministra disciplinas relacionadas à produção de prova técnica (Medicina Legal e Criminalística) e atua ainda como Perito Criminal da Polícia Civil.

“A importância da polícia técnica é cada vez maior. A todo momento nos crimes mais comuns até nos grandes escândalos políticos, escutamos falar no trabalho de peritos e na produção de provas que sustentarão as condenações ou garantirão a liberdade dos réus. Dessa forma, o mundo inteiro reconhece essa atuação e o “efeito CSI” ainda é percebido. No Brasil, em virtude do número de crimes e, sobretudo, das operações atuais contra políticos e grandes empresários, a importância ainda é maior”, pontua o professor, que leva o nome da Universidade por onde passa com o know how sobre o tema.

“Penso que para a UCP, a importância está em dois níveis. Sempre é uma propaganda para as instituições ter seu nome vinculado internacionalmente. Mostra-se como um centro de produção de conhecimento, com professores pesquisadores de renome. Em um segundo plano, penso que os alunos da graduação e da pós-graduação se sentem confiantes ao saber que seus docentes têm esse reconhecimento. Certamente, meus alunos da graduação em Biomedicina, em Direito e do Mestrado em Direito se sentirão representados”, comenta.