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Cerca de 200 pessoas participaram do evento

Partindo do personagem principal da série, o adolescente Sam Gardner, a mesa-redonda Atypical: discutindo o espectro autístico abordou o uso de recursos midiáticos em práticas de promoção de saúde e divulgação do conhecimento científico. Costurado com a exibição de trechos da série, a discussão promovida pelo curso de Psicologia levantou o uso de recursos midiáticos, destacando o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autístico, suas diferentes manifestações e possibilidades de tratamento abordados na série.

Cerca de 200 pessoas participaram do evento
 
A mesa-redonda teve a participação da médica neurologista Carla Gruber Gikovate, com especialização em Educação Especial Inclusiva; da professora de Psicologia da Faculdade de Educação da UFF, Maria Angélica Augusto de Mello Pisetta; e da professora da UCP e Coordenadora do Grupo de Pesquisa Psicologia e Mídia, Cristiane Moreia da Silva, que é Doutora e Mestre em Psicologia pela UFF. 

Cerca de 200 pessoas participaram do evento

"A discussão sobre TEA já vem acelerada pela mudança do diagnóstico. Essa proposta veio dos próprios alunos que vinham comentando sobre a série. Com o aparecimento do Sam, as pessoas de alguma forma se solidarizaram com o personagem. De maneira leve, a série coloca as questões que envolvem o espectro autístico. Entendemos que era uma boa discussão dialogar sobre as diferentes interferências da mídia com assuntos como esse. E convidamos profissionais da Saúde para fazer essa ponte da Educação. Na Psicologia é fundamental o trabalho interdisciplinar”, frisou a professora da UCP, Cristiane Moreia da Silva.

Palestrantes da mesa-redonda sobre autismo baseada na séria Atypical