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Cerca de 200 pessoas – entre profissionais e estudantes de diversas partes do estado e de MG – participaram do II Simpósio de Avaliação Psicológica da Região Serrana, promovido no sábado (16.02) pela UCP. O evento aconteceu no campus Benjamin Constant e contou com vasta programação com conferência, mesa-redonda, minicursos, oficinas e apresentação de trabalhos.

UCP realizou o II Simpósio de Avaliação Psicológica da Região Serrana
 
“A segunda edição do simpósio foi um sucesso. Contamos com a participação de profissionais e estudantes de diferentes cidades de Minas e Rio de Janeiro. Foram discutidos temas atuais como o Big Data e as novas orientações para produção de documentos. Entendemos que enquanto pós-graduação em Avaliação Psicológica conseguimos, além de formar profissionais qualificados, divulgar conhecimento e despertar os psicólogos para a relevância do estudo e atualização contínuos”, pontua Cristiane Moreira, coordenadora da pós-graduação em Avaliação Psicológica da UCP – a primeira do estado – e uma das organizadoras do evento. 

Hoje existe considerável aumento na demanda por avaliação psicológica em escolas, hospitais, empresas, judiciário e clínicas o que, consequentemente, aumenta a procura por especialização na área. O tema, inclusive, acaba de ser considerado pelo Sistema Conselhos de Psicologia como uma especialidade da área. O simpósio trouxe o assunto para debate com diversas e diferentes questões pertinentes à temática.

O aprofundamento no tema e a oportunidade de ter contato com profissionais da área, que dividem suas experiências com o público, foram atrativos para o evento.

“Eu acho importante participar de eventos como esse, para termos acesso a esses instrumentos para a avaliação que a Mago traz e assim termos a oportunidade de olhar e ver além da teoria. E ter o contato com profissionais da área já com experiência, tendo acesso também aos resultados das pesquisas feitas e se aprofundar melhor no tema. No dia a dia acadêmico a gente não tem a oportunidade de ter o espaço que a gente consiga se aproximar tanto”, afirma a psicóloga Mayara Pinheiro Mandarino, que faz uma pós-graduação em Avaliação Neuropsicológica e participou do simpósio como público e também apresentando um trabalho. 

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Mais um ano letivo se inicia, e os calouros da UCP foram recepcionados com atenção especial pela reitoria e coordenadores dos cursos nesta sexta-feira (08.02) nos dois campi da Universidade – BC, de manhã e à noite – e também no BA. No encontro, os novos alunos tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre a tradição da Universidade; como a missão, visão e valores da Instituição passados pela reitoria; e também conheceram as instalações que serão sua segunda casa nos próximos anos de estudos.

“Temos 65 anos de tradição; 65 anos de experiência; de expertise na área acadêmica; nessa linha de ensino. Mas sempre atualizando e inovando. Tradtição e inovação caminhando sempre juntas. Parabenizo também os nossos professores que trabalham de forma incansável para que essa qualidade sempre permaneça. E como reitoria, parabenizo a todos pela escolha da UCP e agradeço a confiança depositada na nossa Universidade”, disse o vice-reitor, maestro Marcelo Vizani ao apresentar um pouco da história e do organograma da Instituição. 

Calouros são recepcionados pela reitoria e coordenadores

A tradição aliada à constante atualização do ensino oferecido na UCP foi o que atraiu o jovem Pedro Henrique Martins Gergória, de 19 anos, natural da cidade de Piraí. Ele ingressa no curso de Relações Internacionais.

“Eu gosto muito da cidade de Petrópolis. Já venho aqui desde pequeno. E a Universidade Católica é uma instituição que a minha mãe e minha avó sempre me trouxeram e falavam para estudar aqui, por causa da tradição. Estou bastante ansioso para estudar aqui”, disse.
Concorda com ele o também aluno de outra cidade, Pedro Brochado de Lima,  que vem de Macaé, no interior do Rio, e já se enturmou com o novo colega de curso de RI.

“Eu gosto muito de Petrópolis. Quando busquei cursos com melhor qualidade e vi que tinha o curso aqui, gostei muito e me interessei. E nos conhecemos aqui e faremos o mesmo curso”, conta.

A pró-reitora de graduação, Regina Máximo, falou sobre a importância dessa fase na vida de estudos dos alunos, como também o diferencial da dedicação que deve ser empenhada e dos contatos feitos nesse período.

“Hoje quem está sentado ao seu lado é um colega que amanhã pode estar em uma empresa bacana e precisando indicar um profissional capacitado e de qualidade. Então aqui é o local que vocês também moldam a imagem profissional de vocês. Esse é o momento de terem foco. A vida social será um pouco deixada de lado para focarem nos estudos, mas no fim valerá a pena. Aproveitem cada momento, todas as atividades, palestras, dediquem-se ao máximo”, frisa a pró-reitora de graduação.

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Conhecida com uma das maiores da Região Serrana, a biblioteca da UCP acaba de receber novos títulos, fruto de uma aquisição do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa sobre Administração de Conflitos (Gipac), ligado ao mestrado em Direito da Universidade, com recursos do CNPq. São livros voltados para o campo da mediação e também sobre a legislação atualizada. 

“Esses recursos vêm sendo utilizados pelo grupo e seus pesquisadores parceiros. Temos participado regularmente de eventos externos, em outras instituições, para falar sobre o andamento da pesquisa. Foi comprado um notebook com acessórios que vem auxiliando nos trabalhos, assim como livros e legislação pertinente ao objeto do projeto. Assim, além de contribuir com a pesquisa, esse material foi colocado à disposição para consulta pública, atendendo aos alunos da graduação e do mestrado em direito”, explica o professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da UCP, Klever Filpo.

Grupo de Pesquisa da UCP doa livros comprados com recurso do CNPq para a Biblioteca

Pesquisa sobre mediação de conflitos na rede municipal de ensino

O Gipac executa o projeto de pesquisa Estudo de casos de judicialização e mediação de conflitos escolares no município de Petrópolis, que tem como proposta analisar, empiricamente, casos de conflitos surgidos em escolas do município e identificar os mecanismos utilizados para administrar esses conflitos, bem como compreender por que razões os mesmos são, às vezes, judicializados. Isto é, por que se transformam em ações judiciais cíveis e criminais.

“Nossas pesquisas têm demonstrado que a mediação e outras formas consensuais de solução de conflitos poderiam ser muito úteis nesse contexto, mas são pouco utilizadas. Seja por desconhecimento, seja por ausência de pessoal qualificado (mediadores devidamente capacitados), dentre outros motivos que estamos tentando compreender. No meio jurídico, a discussão é interessante porque há leis recentes que regulamentam e pretendem estimular o emprego da mediação”, comenta Klever. 

Ele destaca que “o próprio Poder Judiciário tem investido em formas alternativas de solução de conflitos para serem empregadas em diferentes contextos, sem necessidade de intervenção judicial”.