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Palestras, oficinas, visitas guiadas aos laboratórios e uma série de atividades que apresentaram o mercado de trabalho e as diversas áreas de atuação profissional. A oportunidade de viver, por algumas horas, as experiências da vida universitária por meio dos 24 cursos oferecidos pela Universidade Católica de Petrópolis. Foi o que fizeram os mais de 1.500 estudantes que participaram, nesta terça-feira (18.09), do UCP Portas Abertas. O tradicional evento no calendário dos estudantes lotou o campus Barão do Amazonas.



“Ficamos felizes de ver a proporção que o UCP Portas Abertas toma a cada ano, pelo que oferece aos alunos e pela seriedade com que promovemos o evento. E mais que isso. Por ser não apenas um evento, mas um programa educacional consolidado que tem papel fundamental de contribuir para que inúmeros estudantes, em um momento tão importante de suas vidas, consigam ver as opções e escolher qual profissão vão seguir e podendo cursá-la em uma universidade renomada como a UCP”, destaca o vice-reitor da UCP, maestro Marcelo Vizani.

Em sua 9º edição, o UCP Portas Abertas já recebeu mais de 20 mil estudantes em quase uma década de evento. Com foco nos alunos do 3º Ano do Ensino Médio, da rede municipal e particular de ensino, o evento recebeu também estudantes do 9º Ano do Ensino Fundamental II e oferece ao público uma experiência prática de conhecerem de perto os cursos de graduação oferecidos pela UCP. Os estudantes ainda têm a oportunidade de tirar dúvidas, trocar informações direto com os professores, coordenadores dos cursos e com os próprios alunos da Instituição, que dividem sua experiência.

“Eu acho esse evento muito importante, porque eu, por exemplo, ainda não sei o que quero fazer. Então acho muito bacana a universidade apresentar os cursos que ela tem e as carreiras que podemos seguir. Eu gostei muito dos cursos de Comunicação Social e de Marketing”, disse Letícia dos Santos, de 18 anos, que participou do evento pela primeira vez com outros 27 colegas do 3º Ano do Ensino Médio de uma escola particular da cidade.

65 anos de tradição na formação de profissionais de excelência

A tradição, qualidade no corpo docente e busca constante de estar antenada com o mercado de trabalho também são fatores que levam instituições de ensino de outros municípios a participaram do UCP Portas Abertas. Foi o caso da Escola Municipal José Afonso de Paula, da cidade vizinha de São José do Vale do Rio Preto, que trouxe 34 alunos.

“É a primeira vez que trouxemos alunos para o evento, que é uma ótima oportunidade dos estudantes conhecerem as opções que eles têm. Até perguntei para eles se já saíram decididos sobre alguma profissão e muitos definiram o que querem fazer. E também acho que o evento faz uma mudança de pensamento. Somos uma cidade pequena e próxima de Petrópolis. E o evento faz essa ponte. Como o próprio nome diz, acho que ele abre os horizontes, mostra para os estudantes outras opções”, destaca a diretora da escola, Sandra Carvalho dos Santos.

Concorda com ela o diretor do Centro de Engenharia e Computação da UCP, Fábio Licht, que ressalta a importância do UCP Portas Abertas como ferramenta para auxiliar tanto na escolha de uma profissão, mas também na escolha da Instituição de Ensino.
“Tem muito aluno que está indeciso, mas não só pelo curso, mas porque não conhece a infraestrutura que temos na UCP. Quando o aluno vê o que pode fazer aqui, como o drone feito por um aluno, ele realmente se surpreende. Em termos de Instituição, a UCP hoje tem os melhores laboratórios da região. Não vemos nem em empresas laboratórios com tecnologia como nós temos. E quando o aluno vê que não fica apenas na teoria, mas que ele pode aplicar alguma coisa na prática, flui melhor. Se o aluno está indeciso quando vem ao UCP Portas Abertas, ele sai tendo a certeza do que vai fazer”, comenta.

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Durante quatro dias, diferentes temáticas relacionadas à Juventude, democracia e educação foram debatidas na 3ª Semana do Estudante, promovida pelo Centro de Teologia e Humanidades, por meio do Diretório Acadêmico de História Leonardo Candu. O evento aconteceu entre os dias 10 e 13 de setembro, no Salão Nobre do campus BC, e ofereceu diversas atividades, com palestras, mesas-redondas e um sarau que encerrou a programação nesta quinta-feira (13.09).

“O objetivo principal do evento é integrar os alunos do CTH e trazer temas atuais e pertinentes tanto para nossa formação enquanto aluno, quanto nossa formação enquanto professores. Porque é um ponto em que nos une dentro do nosso centro acadêmico”, comenta Desiree Costa Alves, uma das coordenadoras do diretório que organizou o evento.

A programação contou com palestra de abertura falando sobre a temática central; as mesas-redondas Reflexões sobre a saúde mental dos estudantes universitários, em parceria com o curso de Psicologia; e sobre História Oral – Um diálogo entre História e Memória; além do sarau feito pelos alunos com o tema Tropicália.

“Esse evento é importante, porque a nossa formação não está só dentro de sala de aula. Está também nas atividades que estão além disso. E fazemos a programação de uma maneira que abrange todos os cursos. Até porque a construção é coletiva e tem que ser parar todos os cursos. A gente tenta pegar um pouco de cada um”, disse Desiree.

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Moda e arquitetura, para muitos, podem parecer áreas sem qualquer ligação. Não foi o que mostrou a jornalista e pós-graduada em Moda e Estudos da Indumentária, Franciane Pimentel da Nova, que conversou com alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UCP na noite desta terça-feira (11.09). O bate-papo aconteceu no campus BA para a palestra Encontro da Moda com a Arquitetura, na qual a palestrante mostrou as inúmeras semelhanças e relações entre ambas as áreas.

“A arquitetura é uma área que cria outras interseções com tantas outras áreas da vida. Então é muito bom trazer essa fala sobre esse assunto e essa relação para os alunos entenderem a interdisciplinaridade do campo de arquitetura e urbanismo, como ela nos cerca e nos abriga”, disse a coordenadora do curso de Arquitetura da UCP, Erika Machado.
 
No encontro, Franciane destacou a função básica das duas áreas de atender ao homem, de maneiras distintas, mas com a mesma diretriz. Ela ainda mostrou para os alunos que os princípios que fundamentam a criação da moda são os mesmos que fundamentam a criação arquitetônica: proporção, ritmo, movimento, recortes, entre outros. O processo criativo de ambos é muito semelhante, com os mesmos norteadores.   

“A moda veste o corpo e a arquitetura abriga o corpo, o ser humano”, resumiu a palestrante, que ainda listou para os estudantes uma série de exemplos de renomados estilistas sendo influenciados por estilos arquitetônicos e arquitetos nas suas coleções.

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