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A UCP terá, mais uma vez, seu nome divulgado além das fronteiras, por meio dos seus discentes. O aluno do 7º período de Relações Internacionais, Vitor Ferreira Lengruber, foi um dos 25 selecionados para representar o Brasil no BRICS Educational Internship Programme, programa que acontece de fevereiro a junho deste ano e que tem como objetivo apoiar jovens pesquisadores no campo dos estudos do BRICS e da Rússia, formando um conjunto de futuros líderes dos países do BRICS.  

De acordo com Vitor, o programa surgiu a partir de uma proposta dos presidentes da Far Eastern Federal University (FEFU), em Vladivostok, de criar um projeto de intercâmbio cultural e acadêmico entre estudantes nativos dos países que compõem o grupo BRICS - formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. 

“Os organizadores do programa nos disseram que esse é um projeto único e sem previsão de continuação até o momento. Ou seja, somos os pioneiros nisso. Essa palavra, pioneiros, tem sido utilizada pelos próprios organizadores para se referir a nós”, conta Vitor.



O programa selecionou 25 estudantes de cada país do BRICS, com exceção da Rússia, para estudar um semestre na FEFU, nas áreas de Biologia Marinha, Medicina, Negócios Internacionais, Cibersegurança e Relações Internacionais. Além de ser voltado para a área acadêmica, onde os selecionados deverão desenvolver um projeto de pesquisa com tutores dentro de suas respectivas áreas de conhecimento, o programa também possui o objetivo de intercâmbio cultural. 

“Cinco vagas estavam reservadas para cada curso e vinte e cinco para brasileiros no geral. Achei que não conseguiria, mas tentei mesmo assim e fui um dos cinco aprovados para Relações Internacionais. Será uma experiência e tanto. O ensino da FEFU é um dos melhores da Rússia e do mundo. Os orientadores são extremamente capacitados e reconhecidos dentro de suas áreas. No quesito cultural, também tenho muitas expectativas. Já pude conhecer todos os outros estudantes aprovados. Os sul-africanos conseguem ser mais alegres e simpáticos do que os brasileiros”, brinca o estudante que chegou a Vladivostok no dia 27 de fevereiro e ficará até o final do programa, em julho. 

“Gostaria de agradecer a todos que me ajudaram a chegar aqui, inclusive os professores do CCSA. Sem ajuda eu não teria conseguido vir. Obrigado!”, agradeceu o aluno da UCP.

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