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Evento beneficente ‘Frio tem Concerto’ esquenta a noite de domingo no Salão Nobre da UCP

Na última noite de domingo, dia 09 de julho, no Salão Nobre da UCP foi realizado o evento beneficente ‘Frio tem Concerto’, já na sua VIII edição. A iniciativa da Pastoral da Universidade, em conjunto com os grupos musicais que compuseram a programação, teve como intuito arrecadar agasalhos que serão encaminhadas às instituições de caridade.

A programação foi conduzida pelo Coral Regina Caeli, do Colégio de Aplicação, regido pela professora Rebeca Kappaun, pelo Coral Adulto da Escola de Música da UCP e Coral Pater Noster, com arranjos e Regência de Caio Ferreira, e pelo Coral e Orquestra da UCP, ambos regidos pelo maestro Antônio Gastão. No repertório estavam músicas populares, além de arranjos especiais, como a canção “Esperando na Janela” e “You’ve got a friend in me”, que atraiu a atenção do público.

 

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Coral Regina Caeli, do Colégio de Aplicação, abrindo a noite.

 

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 Coral Adulto da Escola de Música da UCP e Coral Pater Noster, com Regência de Caio Ferreira, seguindo a programação.

 

Durante a apresentação da Escola de Música da UCP e do Coral Pater Noster foi prestada uma homenagem ao Padre José Augusto Carneiro, o saudoso Padre JAC, com a canção "A Padroeira".

 

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O Vice-reitor da UCP, Marcelo Vizani, conduziu todo o evento e ressaltou a importância da evolução dos integrantes dos corais. “Temos sementes muito importantes no coral juvenil, que vão, ao longo dos anos, passando a integrar os outros corais da Universidade. É uma experiência enriquecedora. ”

 

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Coral e Orquestra da UCP, regidos pelo maestro Antônio Gastão.

 

De acordo com Beatriz Celina Pires, componente do Coral da UCP, “ é sempre gratificante ver o público prestigiando e ajudando numa iniciativa que pode ajudar muitas pessoas, e ver, assim, a união da música com a caridade. ”

“As apresentações da série O FRIO TEM CONCERTO são sempre momentos especiais para os nossos grupos musicais. Em primeiro lugar por seu caráter beneficente. É sempre importante chamarmos a atenção para o sofrimento de quem está passando necessidade e é ainda mais importante fazermos alguma coisa para aliviar essas necessidades. Procuramos com esse concerto estimular esse gesto tão simples e tão importante que é doar algo para quem precisa, um gesto que aquece o corpo e a alma. Em segundo lugar, esses concertos são momentos importantes de congraçamento entre os diversos grupos, desde as criancinhas do coral Regina Caeli até as pessoas mais idosas que participam do Coral Adulto da EMUCP, do Coral Pater Noster e os universitários do Coral e da Orquestra da UCP. É lindo ver toda essa gente junta cantando canções populares que marcaram a nossa história, especialmente ontem, com nossa homenagem aos 100 anos de nascimento do mestre Tom Jobim. É o tipo de coisa que nos deixa ansiosos para que chegue logo a próxima edição. ” – Disse o Maestro da UCP, Antônio Gastão.

 

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Encerrando a noite, todos os grupos apresentaram três canções em conjunto.

 

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 Antes da execução da última música, padre Moisés Henrique Fragoso, responsável pela Pastoral da Universidade, agradeceu a presença de todos e anunciou os mais de 230 agasalhos arrecadados na noite.

 

“O ‘Frio tem Concerto’ tem como objetivo ajudar as pessoas que nesse tempo sofrem com a realidade do frio. Estimamos assim que o calor da nossa caridade possa aquecer o frio dos nossos irmãos”, destacou padre Moisés. 

 

Petrópolis, 10 de julho de 2017

Escola de Música da UCP oferece o II Concerto Didático

A Escola de Música da Universidade Católica de Petrópolis realizou no último dia 24 de março o "II Concerto Didático", com a participação do Conjunto Anima e Cuore da UCP, sob regência do Maestro Antônio Gastão.

O Concerto Didático consiste em uma apresentação de música erudita e popular, realizada pelos professores da Escola de Música da UCP. Os temas abordados, teóricos e práticos, direcionam o foco do espetáculo para uma aula de música. 

Para Angela Rizzo, estudante de piano e canto da EMUCP, o Concerto Didático "é um evento muito interessante. Nos mostra um olhar diferenciado sobre como apreciar um concerto, além da beleza e da arte pura e simplesmente. Nos desperta o pensar sobre as peças apresentadas, como nos foi mostrado neste último concerto didático. Nos alerta também para avaliarmos a época em que foram concebidos e como podem influenciar na dinâmica das obras, apresentando pequenas biografias dos autores e mostrando sua relação com as obras apresentadas. É sempre um aprendizado frequentarmos um concerto didático e só posso agradecer a oportunidade de participarmos de eventos como este". 

 

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Coordenador da EMUCP, professor Tharcio de Freitas Becker, Maestro Antônio Gastão, coordenador do Curso de Licenciatura em Música, Coro de Câmara e Conjunto Anima e Cuore da UCP.

 

“Eu tenho muito orgulho em participar do coro de Câmara, pois é uma oportunidade única de termos contato com os compositores renomados, como no último concerto. Fico muito feliz em ver o público prestigiando e ter a chance de passar um pouco do que sabemos para eles. ” – Disse Beatriz Celina Pires, componente do Coro de Câmara do Conjunto Anima Cuore. 

 

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A apresentação contou com peças dos compositores Joseph Haydn, Heitor Villa-Lobos e Manoel Dias de Oliveira.

 

Para o Maestro Antônio Gastão, “a ideia, da Escola de Música da UCP, de fazer um concerto didático para o público universitário é excelente. A música erudita precisa de iniciativas como essa. Muita gente diz que não gosta de música clássica simplesmente porque não tem contato com ela. No concerto didático, nós não apenas apresentamos as obras, mas contamos sua história e chamamos a atenção para seus pontos mais interessantes”. O Maestro concluiu dizendo que, “esse tipo de informação aproxima o público e desperta sua curiosidade na hora de ouvir, fatores essenciais para a apreciação. Quando fazemos isso, é comum as pessoas virem nos dizer o quanto essa conversa antes das músicas foi importante e como o evento ficou mais agradável quando elas entenderam o que se esperava delas enquanto ouvintes. Ouvir também é uma arte, e essa arte precisa ser ensinada para que o público desfrute integralmente a obra”. 

 

 

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