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UCP abre processos seletivos para mestrados

​Universidade possui especializações stricto sensu em Direito, Educação, Engenharia e Psicologia

A UCP (Universidade Católica de Petrópolis) está com as inscrições abertas para os processos seletivos nos mestrados em Direito, Educação, Engenharia e Psicologia. Os interessados devem ficar atentos aos prazos: para os mestrados em Direito e Educação as inscrições podem ser efetuadas até o dia 20 de junho. Para o mestrado em Engenharia o prazo estende-se até o dia 22 de julho e para o mestrado em Psicologia até 30 de julho. 

"Objetivando a formação de profissionais de alto nível e, principalmente, o constante aprimoramento da qualidade do ensino superior, a UCP desenvolve sua reconhecida vocação acadêmica na formação de profissionais de excelência no ensino e na pesquisa", destaca o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor doutor Sergio Salles.

Com foco nas discussões e em temas pertinentes aos Direitos Humanos, o mestrado em Direito da UCP, aprovado em 2011 pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior),explora os fundamentos, processos e efetivação da Justiça com pesquisas capazes de construir um meio justo para a concretização de direitos no cenário contemporâneo. A especialização inclui o viés da justiça na abordagem aos direitos internacional, constitucional e infraconstitucional.

Por sua vez, o mestrado em Educação, aprovado pela CAPES em 2001, caracteriza-se pela pluralidade, flexibilidade e interdisciplinaridade, além de corpo docente que abrange diferentes enfoques analíticos e perspectivas teórico-metodológicas. Possui como linhas de pesquisa as “Políticas e Instituições Educacionais e seus Atores” e as “Instituições Educacionais e suas Práticas Pedagógicas”. A proposta curricular foi formulada tendo em vista a necessidade de adequar o curso às pesquisas desenvolvidas, às características do alunado, à composição atual do corpo docente e às recomendações da CAPES.

O mestrado em Engenharia possui área de concentração em Sistemas de Engenharia, com duas linhas de pesquisa: “Modelagem Computacional” e “Projeto, Planejamento e Controle de Sistemas de Engenharia”. Possui como objetivo qualificar profissionais para o mercado de trabalho, permitindo a proposição de soluções inovadoras e transformadoras do conhecimento em tecnologia de ponta. O mestre formado pelo curso estará apto a exercer práticas profissionais avançadas em sistemas de engenharia; transferir conhecimento para a sociedade e atender demandas específicas dos arranjos produtivos locais, com vistas no desenvolvimento local, regional ou nacional e articular soluções inovadoras com empresas públicas ou privadas por meio de transferência de conhecimento em tecnologia aplicada aos processos apropriados, contribuindo assim para o aumento da produtividade. O curso foi aprovado pela CAPES em 2012.

Já o mestrado em Psicologia da UCP é o único do Brasil com concentração em “Cognição Social”. Aprovado pela CAPES em 2011, foi destacado devido à área escolhida, como especialização capaz de contribuir para o desenvolvimento da Psicologia nacionalmente. Compreende a pesquisa relacionada à investigação de temas em campos básicos e aplicados da Psicologia. Integram a cognição social processos, conteúdos e estados psicológicos que produzem, processam, conservam e recuperam informações decorrentes da experiência pessoal, em face de objetos sociais. As representações mentais assim obtidas influenciam ações humanas, realizadas em quaisquer contextos socioculturais, sob as mais distintas condições de interação social.

"Para além das possíveis diferenças entre os mestrados acadêmicos e o profissional, o que certamente os une é o forte compromisso com a formação do pesquisador e com a divulgação da pesquisa nos meios de publicação mais qualificados pela CAPES. Sob o horizonte da pesquisa qualificada, o estudante da pós stricto sensu diferencia-se. É ainda sob o universo dos valores compartilhados na e pela UCP que ele se diferenciará como mestre", completa o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Sergio Salles. 

Mestrado em Psicologia da UCP atrai profissionais graduados de todas as áreas

Especialização oferecida na Universidade é a única do Brasil com área de concentração em cognição social
 
Petrópolis, 03 de março de 2014 
 
“Este mestrado em Psicologia da UCP fará diferença para a área da psicologia no Estado do Rio de Janeiro e para a psicologia do Brasil, devido à área de concentração escolhida”. O elogio foi emitido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) após a aprovação do mestrado em psicologia na área de cognição social da Universidade Católica de Petrópolis (UCP), em 2011. Este ano a psicologia da Universidade abre um novo processo seletivo para o mestrado, que pode ser de interesse para profissionais que possuam graduação em qualquer curso. As inscrições vão até o dia 18 de março. 
 
“Um médico, um professor, um jornalista, engenheiro, ou dentista. Profissionais de qualquer área podem ingressar no mestrado de psicologia, norteado pela cognição social, pois é uma área interessante para todos”, explicou Cleia Zanatta, professora e diretora da Psicologia na UCP. A cognição social envolve o estudo dos processos e conteúdos mentais. De acordo com Susan Fiske, autora de Social Cognition, é um campo da psicologia social que investiga a forma como as pessoas compreendem as outras pessoas e elas mesmas. Abrange ainda o relacionamento com o ambiente, ou seja, como o “cenário” pode trazer interferência nos processos mentais.
 
“Em qualquer área, a parte psíquica interfere”, explica a professora. “A psicologia, como uma ciência básica, estuda como funciona a mente humana. Por isso, de qualquer prisma pode ser observada. Um dentista que possui pacientes com síndrome de ansiedade pode por exemplo buscar entender porque isso acontece e assim trabalhar uma abordagem melhor ao atendê-los”, conclui.  
 
Com mestrado em psicologia, dermatologista consegue melhorar em 75% tratamento de pacientes com acne 
 
Sintomas percebidos na pele. Várias são as interações entre transtornos psicológicos e problemas dermatológicos, seja de forma direta ou indireta. O fato de espremer espinhas, por exemplo, pode revelar uma certa ansiedade e agravar ainda mais o problema. A ligação entre os campos foi o tema da tese de mestrado Efeitos do uso da Dissonância Cognitiva no tratamento de Acne Vulgar, desenvolvida pelo médico dermatologista Glauco Twardowski.
 
Abertura de mestrado em Psicologia na UCP proporcinou concretização desta etapa na vida profissional do dermatologista Glauco Twardowski.
 
“Existem várias alterações dermatológicas muito recorrentes e que estão ligadas à parte psicológica. Então, fiz a ligação entre algo que era comum no meu dia-a-dia com a psicologia. Como resultado obtive uma melhora expressiva no tratamento dos meus pacientes, que passaram a fazer um número menor de toques nas espinhas. Foi um passo complementar do tratamento, que vai além do que está prescrito no receituário”, explicou Glauco.
 
Todos os pacientes que possuíam problemas com acne passaram a sair do consultório do médico com recomendações para que não tocassem as espinhas. Além disso, levavam uma tabela onde deveriam marcar diariamente quantas vezes haviam “violado” a recomendação. O fato de preencher a tabela fez os pacientes alcançarem uma consciência maior em relação ao número de toques, o que resultou em uma gradativa diminuição nas tentativas de espremer a acne. Assim, houve uma melhora de 75% nos casos tratados pelo dermatologista.
 
Glauco já havia iniciado um mestrado anteriormente em outra cidade, mas a incompatibilidade com a agenda inviabilizou a pós-graduação. Com a abertura do mestrado na UCP, o dermatologista conseguiu conquistar esta nova etapa profissional. “Foi muito bom. Por causa da proximidade consegui organizar a vida entre trabalho e mestrado”, explicou Me. Glauco Twardowski.
 
Para ingressar no mestrado, os interessados devem buscar o edital aqui. Mais informações também no telefone (24) 2244.4112. Para auxílio em relação às etapas do processo seletivo, o interessado pode ir à coordenação do curso de Psicologia, localizado no Campus Barão do Amazonas (Relógio das Flores).
 

A crença na espiritualidade e na religiosidade é tema de investigação psicológica em dissertações de Mestrado na UCP

Pesquisadores da Universidade decidiram buscar, a partir da Psicologia, a existência de uma relação entre a crença na espiritualidade e o bem-estar psicológico que pode surgir desta convicção

Petrópolis, 14 de abril de 2014

Dois pesquisadores da Universidade Católica de Petrópolis decidiram buscar, a partir da Psicologia, a existência de uma relação entre a crença na espiritualidade e o bem-estar psicológico que pode surgir desta convicção. Alciane de Almeida e Lincoln Homem Júnior estão em fase de finalização das dissertações de Mestrado que desenvolvem na Universidade e que poderão contribuir no âmbito acadêmico para a realização de outras pesquisas sobre o tema, tido como um interesse latente no ser humano ao longo da história da humanidade e que ganha cada vez mais atenção na sociedade contemporânea, onde ciência e fé, que são métodos distintos de conhecimento, podem muitas vezes seguir por caminhos opostos.

“O interesse na religiosidade pode provir, às vezes, de fatores de ordem social. Algumas pessoas experimentam um estado de mal-estar, desesperança e medo frente à vida. Em função disso desejam encontrar o bem-estar e buscam isso em uma dimensão espiritual”, explica a professora Cleia Zanatta, Diretora da Psicologia na UCP. “Neste sentido, é importante enfatizar que a Psicologia estuda a crença que a pessoa deposita na religiosidade e não a religiosidade em si. Não podemos pesquisar, por exemplo, se Deus existe ou não existe. Alguns temas do Universo não permitem investigação científica adequada por não termos os recursos metodológicos para isso. Mas, podemos pesquisar a crença das pessoas em Deus”, completa.

02 Alciione e Lincoln

Algumas correntes teóricas da Psicologia admitem a estreita relação entre a religiosidade e a qualidade de vida. De acordo com Viktor Frankl, médico psiquiatra fundador da escola da Logoterapia, o homem encontra sentido para viver ao admitir a dimensão espiritual, o que contribui por exemplo, para a diminuição das aflições no momento da morte, por exemplo.  Já para o fundador da Psicologia Analítica, Carl Gustav Jung, a espiritualidade é uma parte essencial para a conquista do bem-estar. Foi a partir desta linha de raciocínio que o psicólogo Lincoln despertou o interesse para desenvolver a pesquisa sobre Crenças na Espiritualidade e na Religião sobre o Bem-Estar Psicológico. Por meio de entrevistas com pessoas de faixas etárias distintas, gêneros diferentes, o pesquisador busca identificar se a crença na religiosidade é capaz de promover o bem-estar psíquico, de forma a possibilitar um sentido para viver e facilidade para lidar com adversidades da vida. “Considero a religiosidade de suma importância para todo o psicólogo. Desta forma, fui atraído pela disciplina eletiva Crenças e Sistemas de Crenças, que é oferecida no Mestrado em Psicologia da UCP que foi um caminho possível para seguir a linha de raciocínio que eu pretendia”, explica Lincoln.

Após perceber que a prática dos exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola contribuía para o desenvolvimento da qualidade de vida entre os praticantes, a psicóloga e pesquisadora Alciane de Almeida formulou a pesquisa Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola e o processo de Individualização segundo Carl Gustav Jung. “Percebi que as etapas propostas por Santo Inácio de Loyola nos Exercícios Espirituais contribuem para que o exercitante tenha maior conhecimento de si mesmo e, consequentemente, atinja um amadurecimento espiritual e psicológico” explica Alciane. “Os exercícios inacianos favorecem o autoconhecimento e a reflexão sobre a própria vida com o objetivo de encontrar Deus”, destaca a pesquisadora que defenderá a dissertação em julho deste ano.

Mestrandos de Psicologia marcam presença em Congressos Nacionais

'A partcipação em atividades acadêmicas externas aprimora a formação e atende objetivos do mestrado', destaca a professora Diana Ramos de Oliveira

Para otimizar e enriquecer os trabalhos realizados pelo grupo de pesquisa Processos Psicossociais & Cognição Social, alunos do mestrado em Psicologia participaram recentemente de eventos acadêmicos nacionais, realizados em Minas Gerais e Fortaleza.

“A participação dos mestrandos em atividades acadêmicas externas aprimora a formação e concomitantemente atende a alguns dos objetivos do mestrado de Psicologia da UCP e da CAPES”, destacou a docente do mestrado, Diana Ramos de Oliveira. A professora foi a responsável por sugerir o encaminhamento do grupo para o Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP) realizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, entre 27 e 30 de outubro. Os mestrandos Carolina Torres, Mariana Ramos e Diogo Pereira participaram de vários cursos e palestras.

“Desta maneira, ainda que incipiente, é possível primar pela qualidade, difusão e fortalecimento do nosso programa de mestrado em Psicologia e consequentemente da Instituição que abriga o mesmo, ademais de incentivar e motivar aos alunos também oferecer a reflexão que o conhecimento nunca se esgota”, pontuou a professora, que, acompanhada pela mestranda e fisioterapeuta Noory Lisias, participou do Congresso Nacional de Psicologia Social, realizado no final de outubro em Fortaleza, Ceará. Na ocasião, Lisias apresentou parte de sua dissertação, que trata a Estimulação cognitivo motor nas creches públicas no Sul e Nordeste do Brasil. “O trabalho está sendo orientado e preparado para intervir em uma determinada comunidade de Petrópolis que carece de iniciativas como estas”, explica a pesquisadora. 

 

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Os mestrandos da UCP Carolina Torres, Mariana Ramos e Diogo Pereira, durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP) realizado em Belo Horizonte

 

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A professora Diana Ramos de Oliveira e a mestranda e fisioterapeuta Noory Lisias, durante o Congresso Nacional de Psicologia Social, em Fortaleza

 

Bullying é tema de aula inaugural do Mestrado em Psicologia

Especialista abordou formas de combater a violência entre crianças na idade escolar

O mestrado em Psicologia recebeu a doutora em Estudos da Criança, Beatriz Oliveira Pereira, professora catedrática na Universidade do Minho, em Portugal. A especialista ministrou para os alunos da especialização uma palestra sobre o bullying, termo que representa situações caracterizadas por agressões intencionais, verbais ou físicas, executadas de maneira repetitiva por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O evento, realizado no início de março, reuniu também estudantes da graduação em Psicologia.

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A palestrante da aula inaugural do Mestrado em Psicologia, especialista em Estudos da Criança, Beatriz Oliveira Pereira.

 

“Este é um conceito novo em termos de estudo, mas que certamente atingiu gerações anteriores. Hoje em dia a criança é muito importante socialmente e devemos observar atentamente a questão”, explica Beatriz. De acordo com a especialista, a violência instalada nas relações familiares alcança contextos escolares e sociais, sendo muitas vezes a raiz do bullying. Neste sentido, destaca que compartilhar a situação é um fator relevante para a resolução do problema. “As crianças devem conversar sobre isso com os pais, com outras crianças e com os professores. Muitas vezes elas deixam de ter essa aproximação pois sentem medo ou vergonha. Sendo assim, o estímulo à comunicação, tanto por parte dos pais, quanto por parte da escola, é fundamental”, frisa.

 

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Evento no Salão Nobre contou com participação dos alunos da especialização e graduação em Psicologia.

 

Tido como uma das formas de violência que mais cresce no mundo, o bullying pode ocasionar uma série de consequeências para a saúde da vítima. Além de um possível isolamento e queda no rendimento escolar, traumas e doenças psicossomáticas são desdobramentos que podem influenciar profundamente os traços da personalidade das crianças e adolescentes.

“É preciso dizer às crianças que outros colegas passam por situações idênticas e que, ao comunicar o que está passando, ela estará ajudando também outras vítimas. Juntas possuem maior força! Criando na escola essa cultura teremos um espaço de proteção conjunto”, conta.

Para combater a violência, a especialista sugere algumas ações. Entre elas estão a criação de mais espaços de recreação, evitar a suspensão ou exclusão dos alunos que praticam os atos de violência, prestar apoio social e acompanhamento médico e garantir a transmissão de informações com fluidez.   

 

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Especialista abordou o bullying na escola e algumas formas de combatê-lo, frisando a necessidade de intensificar a comunicação para desenvolvimento de um ambiente harmonioso.   

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